Um estranho novo mundo…

Desde que eu me entendo por gente, bem desde que eu consigo me lembrar pelo menos, eu tenho uma sensação divina dentro de mim. E, bem se você me conhece, você sabe que eu não me refiro a nenhum tipo de experiência espiritual. Essa sensação do divino não tem nada haver  com o deus judaico-cristão ou nenhum outro deus que a cultura humana terráquea tenha elaborado. Essa sensação de deus na verdade me leva a ter um potencial criacionista que para histórias ficcionais e, principalmente, para geração de mundos fantásticos (como se pode ver na página Mundos e Fundos) com uma miscelânea de divindades, culturas mais ou menos definidas, nações majestosas e poderosas magias. Minha sensação do divino me leva de encontro a meu instável potencial de criação literária, e por vezes sem conta me levou a escrever folhas e mais folhas de material, alguns dos quais foram publicados aqui mesmo neste inconstante blog, outra vertente deste potencial divino é a que me leva a elaboração de mapas para estes fantásticos mundos, o que se tornou quase uma paixão a parte em minha  vida e me levou a buscar métodos para incrementar mais e mais estes mapas. Minha necessidade de evolução me levou a abandonar o simplório Paint e também a meus mapas feitos a mão – não sou lé um grande desenhista afinal – e buscar softwares e páginas que pudessem me ajudar no prazer da cartografia. Minha busca por eles, levou-me a encontrar primeiramente o programa Campaign Cartographer 3, que em minha versão não registrada possui alguns bugs, e, muito posteriormente, ao site de criação de mapas denominado Inkarnate, que até o momento tem se mostrado uma excelente descoberta.

Foi exatamente numa sessão de prática no Inkarnate que esse novo e estranho mundo, do qual especificamente a postagem trata, surgiu.

Taveras é a porção oriental de um continente muito maior, que por sua vez faz parte de todo um mundo de ilhas e continentes.

Espalhados pelo subcontinente de Taveras, encontram-se nações poderosas e cidades monumentais, a história desta região é recheada de grandes acontecimentos, e ascensões e quedas de grandiosos impérios e reinos maravilhosos, em Taveras existem variadas culturas humanas, a espalharem-se por diversos territórios, e também se pode encontrar uma gama de raças não-humanas a habitar seus territórios ancestrais.

Surgido de uma sessão prática de um aplicativo de elaboração de mapas, a primeira coisa que Taveras possuiu foi seu próprio mapa:

Taveras, das Cem Nações

Encerradas em seus limites encontram-se aproximadamente uma centena de nações e múltiplas e coloridas culturas espalhadas por planícies, pradarias, vales, montanhas, platôs e densas florestas.

Entre tal profusão de nações pode-se encontrar:

A marítima e mercantil nação de Shu, que a partir de sua ilha estrategicamente localizada controla as vias comerciais entre as longínquas nações do oeste e do norte do continente com as nações de Taveras;

Aqui estão Venn Turi, Lonn Turi e Tann Turi, as três nações do povo turi, um povo tradicionalista de pastores e caçadores que mantém sua cultura o mais intocável possível;

A antiga cidade de Vanadias, outrora capital do maior império que existiu em Taveras, e um dos principais centros culturais do subcontinente;

A alta Minantas, com suas torres espiraladas e sua cultura que mescla tradições bárbaras e a busca por conhecimentos evoluídos;

A feérica nação florestal de Tauradh, com seu protecionismo radical e suas defesas quase invisíveis em seu território verdejante;

A Nação-Governante de Ayefé, que lidera de forma justa todas as nações do povo ingô desde a ilha de Ben-nahim;

Os territórios mejinques, que abrangem as cinco nações do povo mejinque, Mejinque, Ahu Tepac, Lalat Pinoc, Quixás e Nauat, um povo de forte cultura religiosa;

A nação de Namaria, com sua cultura matriarcal e voltada ao culto dos antepassados;

Em Taveras localiza-se ainda o Deserto de Akhesh, que a despeito de sua denominação possui bastante vida escondida entre suas gigantescas dunas de areia;

E na costa sul de Taveras está a formosa fortaleza de Conda dos Bandós, outrora um território de desterro, tornado numa combinação de gloriosos jardins e muralhas quase impenetráveis;

Entre muitas outras nações espalhadas pelos quatro cantos do subcontinente, nações como Cnaldia, Slovia, Maraque, Ballantis, Lamedon, Voludar, Cmessa e tantas outras mais.

Apesar de fazer parte de um continente muito maior, Taveras é um mundo em si mesmo, já que encontra-se quase completamente isolada do resto do mundo por vastos mares e pelo deserto conhecido como Matavidas e pela região conhecida como Ermo dos Bandós.

 

Como dito anteriormente, Taveras surgiu de uma elaboração de mapa, portanto possui um universo cartográfico muito mais desenvolvido do que o universo cultural ou histórico, que ainda encontra-se em franco desenvolvimento.

Então, por ora é isso que tenho a mostrar.

Aos que aparecem pelo meu blog, particularmente os que me conhecem (como se alguém que não conhece acessasse meu blog), se houverem comentários ou ideias para colaborar com esta nova e estranha criação, estou a disposição e sou todo olhos para lê-los.

 

Até logo, e obrigado pelos peixes.

 

P.S.: E aos Edriketes, por favor me perdoem, mas eu juro que tento continuar e concluir As Crônicas de Edrik quase todos os dias, mas a inspiração quer o que ela quer, e por agora, Edrik continua sem concluir a libertação de Allabor, mas um dia ele vai.

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